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Vale investir em Bitcoin em 2026? Saiba como o mercado vê o cenário

O mercado de criptomoedas entra em 2026 com um perfil diferente daquele que atraiu investidores nos ciclos anteriores. De acordo com matéria publicada pelo site Infomoney, após um 2025 que terminou na primeira queda em três anos, apesar de fluxos elevados e maior adoção institucional, casas globais avaliam que o Bitcoin (BTC) se tornou um ativo mais previsível, com menor volatilidade e retornos potencialmente menos explosivos, mas também com riscos mais controlados.

Segundo o site, a casa de câmbio digital Coinbase, a entrada de investidores institucionais alterou profundamente a dinâmica do mercado. Em 2025, os ETFs à vista de Bitcoin nos Estados Unidos acumularam cerca de US$ 58 bilhões em entradas líquidas desde o lançamento.

Como resultado, a volatilidade caiu, aponta a matéria. No fim de 2025, a volatilidade histórica de 90 dias do Bitcoin ficou entre 35% e 40%, patamar semelhante ao de ações de tecnologia de alto crescimento. Segundo a Coinbase, o ativo passou a responder menos a eventos programados, como o halving, e mais a liquidez global, política monetária e fluxo institucional.

Para o investidor, isso muda o foco da decisão: em vez de buscar o próximo rali, a discussão passa a ser qual papel o Bitcoin e os criptoativos devem ocupar em uma carteira diversificada.

O que esperar para 2026, e quanto investir?

O pano de fundo macroeconômico continua central para a tese de investimento. O JPMorgan avalia que o dólar seguirá como principal moeda de reserva global, mas reconhece que a busca por alternativas ganhou força. 

Para o Mercado Bitcoin, esse movimento abre espaço para uma mudança estrutural. A plataforma projeta que o Bitcoin alcance ao menos 14% da capitalização do ouro até 2026, mais que o dobro da fatia atual.

A VanEck avalia que 2026 deve ser um ano de consolidação, não de euforia nem de colapso. Na segunda-feira (5), a criptomoeda era negociada em alta, novamente acima do patamar de US$ 90 mil.