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Quase 40% dos casos de câncer no mundo poderiam ser evitados, diz OMS

Quase 40% dos casos de câncer registrados no mundo poderiam ser prevenidos com a redução de fatores de risco conhecidos, segundo um estudo feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC). De acordo com a pesquisa, o dado equivale a cerca de 7 milhões dos 18,7 milhões de novos diagnósticos em 2022, ligados a tabagismo, álcool, excesso de peso, infecções, poluição do ar e exposição ao sol.

A análise global avaliou 36 tipos de câncer em 185 países e incluiu, pela primeira vez, nove infecções associadas à doença, como HPV, hepatite B e H. pylori. Entre os homens, 45,4% dos casos estão ligados a fatores preveníveis; entre as mulheres, 29,7%. O tabagismo é o principal fator, responsável por mais de 3,3 milhões de casos, seguido por infecções (2,3 milhões) e consumo de álcool (700 mil).

O estudo aponta que três tipos de câncer concentram quase metade dos casos evitáveis: pulmão (1,8 milhão), estômago (780 mil, principalmente ligado à H. pylori) e colo do útero (660 mil, mais de 90% por HPV). Os pesquisadores destacam ainda desigualdades regionais: infecções são o principal fator em países de baixa renda, enquanto obesidade, sedentarismo e álcool têm maior peso em países ricos.

Segundo o relatório, enfrentar essas causas preveníveis continua sendo a estratégia mais eficaz para reduzir a carga global do câncer, com impacto maior do que novos tratamentos, reforçando a importância de vacinação, políticas públicas e mudanças de estilo de vida.


Com informações do G1