O mercado imobiliário brasileiro mantém uma trajetória de valorização em 2026, mas, segundo levantamento feito pelo Índice FipeZAP, o movimento não está concentrado apenas nas capitais. De acordo com os dados, das dez cidades que registraram as maiores altas no preço médio do metro quadrado neste ano, seis não são capitais.
No topo do ranking está Vila Velha, no Espírito Santo, com valorização de 10,70% e preço médio de R$ 11.446 por m². A cidade é seguida pela capital Vitória, que acumulou alta de 10,24% e passou a ter o metro quadrado mais caro do país, com média de R$ 15.650.
O levantamento foi calculado pela Fipe em parceria com o Grupo OLX - e divulgado pela Forbes nesta sexta-feira (11), responsável pelas plataformas ZAP e VivaReal, e acompanha os preços em 56 cidades brasileiras. A amostra reúne as 22 capitais que integram a cesta oficial do índice e outras 34 cidades de médio e grande porte.
As cidades que mais valorizaram
Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, aparece na terceira posição, com alta de 9,76% e preço médio de R$ 6.485 por m². Manaus ocupa o quarto lugar, com valorização de 9,19% e metro quadrado a R$ 7.884.
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Na sequência estão Aracaju, com alta de 8,15% e preço médio de R$ 5.826 por m²; São Vicente, em São Paulo, com 7,16% e R$ 5.118; Campinas, também em São Paulo, com 7,09% e R$ 8.089; Blumenau, em Santa Catarina, com 6,82% e R$ 8.177; São José dos Campos, em São Paulo, com 6,56% e R$ 9.615; e Santos, com alta de 6,34% e R$ 8.547 por m².
A seguir, veja as 10 maiores altas de 2026:
- Vila Velha (ES): 10,70% | R$ 11.446/m²
- Vitória (ES): 10,24% | R$ 15.650/m²
- Jaboatão dos Guararapes (PE): 9,76% | R$ 6.485/m²
- Manaus (AM): 9,19% | R$ 7.884/m²
- Aracaju (SE): 8,15% | R$ 5.826/m²
- São Vicente (SP): 7,16% | R$ 5.118/m²
- Campinas (SP): 7,09% | R$ 8.089/m²
- Blumenau (SC): 6,82% | R$ 8.177/m²
- São José dos Campos (SP): 6,56% | R$ 9.615/m²
- Santos (SP): 6,34% | R$ 8.547/m²
Capitais também avançam
Entre as 22 capitais analisadas pelo Índice FipeZAP, os resultados mostram ritmos diferentes de valorização. São Paulo acumulou alta de 2,07% no ano, enquanto Belo Horizonte e Porto Alegre registraram avanço de 0,01% cada. Curitiba teve alta de 0,06%.
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