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A primeira edição da Casa Cor Pará já acabou, mas seus ecos ainda estão repercutindo por Belém. Também, pudera. A mostra foi um grande sucesso: trouxe para o espaço expositivo os melhores profissionais das áreas de arquitetura, decoração e paisagismo do Estado. Entre os 140 participantes, um nome promissor se destacou. Aos 27 anos, o arquiteto Caíque Lobo levou para casa o prêmio de melhor projeto do evento, pelo ambiente “Estúdio do Colecionador”.
Ainda dando os primeiros passos da carreira, Caíque atua na profissão há cinco anos e tem como principal marca no trabalho a valorização dos detalhes. “Gosto de pensar nas pequenas coisas, de fazer um projeto em que tudo se encaixa”, explica o arquiteto. Esse primor, reconhecido na Casa Cor Pará, conquistou o mercado paraense e agora uma pilha de projetos de acumulam em sua mesa. “Estou em um ótimo momento, com muitas ideias na cabeça e muitos clientes”, conta. Na entrevista cedida ao site da Revista Leal Moreira, Caíque fala sobre esta nova fase, desafios e conquistas e muitas outras histórias. Veja:
Você ainda é jovem, está começando a carreira. O que representou ganhar o prêmio destaque da Casa Cor Pará?
Eu realmente fiquei muito feliz pela premiação. Atuo no mercado como arquiteto somente há cinco anos, o que é pouco tempo para fazer um nome. Além do mais, tive coragem de seguir meu próprio caminho. Minha família tem uma empresa de engenharia e, ao invés de dar continuidade a este negócio, resolvi seguir minha própria carreira. Esta premiação faz eu acreditar que tomei as decisões certas. Além de ser, também, um indicador de que estou indo pelo caminho certo, entende. O que não significa que eu relaxe, não (risos).
Você é muito exigente com o seu próprio trabalho?
Bastante. Eu sempre estou à procura do crescimento profissional e, neste processo, acho a autocrítica uma coisa extremamente importante. É um exercício que te força a se reinventar o tempo todo. Um exemplo é o próprio projeto que fiz para Casa Cor Pará. Após finalizado, toda vez que eu ia visitá-lo eu pensava “poderia ter feito isso e aquilo diferente”, sabe.
Por que você acha que seu projeto conquistou o principal prêmio da mostra?
Quando soube que teria que fazer o Estúdio do Colecionador, encarei a proposta como um desafio. Não queria fazer desse espaço uma reprodução de clichês. Então, pensei em todos os detalhes, para que não ficasse com cara de Antiquário. Acho que o diferencial estava mesmo nessa composição toda pensada. Eu me preocupei com cada cantinho do espaço.
Esta preocupação com detalhes é uma marca no seu trabalho?
Com certeza. Após a faculdade, fiz uma especialização em Design de Interiores, o que condicionou meu olhar para como aproveitar ao máximo os espaços internos. Então, meu trabalho é muito voltado aos ambientes fechados e são os detalhes que fazem a diferença nestes espaços. As cores certas, os objetos nos lugares corretos. O que quero com meus trabalhos é que quando o olhar do espectador passar pelo ambiente ele se sinta confortável.
Tanto a premiação, como o seu estilo, te colocaram como um dos nomes mais promissores do mercado local. Aumentou muito o volume de trabalho?
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| Espaço assinado pela arquiteto premiado na CasaCor Pará |
Sim! Estou recebendo muitas propostas e estou cheio de projetos a serem encaminhados. Até mesmo minha estrutura física está ficando pequena para tanto trabalho. Uma das minhas metas para o próximo ano é me organizar para receber esse volume todo.
Neste novo contexto, como você consegue preservar a criatividade no seu trabalho?
Isso depende totalmente de como está a minha cabeça. Tendo muito trabalho ou pouco, às vezes eu tenho ideias em um minuto, outras vezes não sai nada. Para estar sempre preparado para a demanda, eu busco cuidar do meu estado de espírito e sempre busco muitas informações, isso sempre ajuda.
Você sonha em executar algum projeto específico?
Eu faço bastante projetos de residências. Recentemente, fiz uma casa bem grande, cheia de espaços. Depois disso, fiquei sonhando em realizar um projeto para uma casa pequena, pois adoro esse exercício, de aproveitar cada pedacinho do ambiente. Tenho vontade também de fazer um restaurante. Acredito que seja um desafio, pois tem que ter um equilíbrio entre a cozinha – que tem uma proposta- e a área dos clientes, que já é outra ideia.
Quais são suas ambições para 2012?
Continuar trabalhando, ganhando meu espaço e sempre aprendendo mais e mais.
Foto do ambiente: https://allanfeioarquitetura.blogspot.com/


Comentários
Neal Adams
July 21, 2022 at 8:24 pmGeeza show off show off pick your nose and blow off the BBC lavatory a blinding shot cack spend a penny bugger all mate brolly.
ReplyJim Séchen
July 21, 2022 at 10:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
ReplyJustin Case
July 21, 2022 at 17:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
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