
Em três anos de funcionamento, as vendas na importadora Grand Cru praticamente dobraram. Hoje, são vendidas, mensalmente, cerca de mil garrafas de vinhos. Mas quem consome a bebida aqui na cidade tem sua preferência. Pelo menos 80% dos clientes levam para casa o vinho tinto.
O proprietário da Grand Cru Belém, Rodrigo Aguilera, diz que o aumento no consumo de vinho tem explicação. É que com a divulgação dos benefícios da bebida pela mídia, o público se abriu à nova experiência. “O vinho faz bem à saúde, os médicos recomendam... Com isso, as pessoas acabaram tendo mais interesse pela bebida. Muito mais brasileiros também passaram a viajar para o exterior, onde o vinho é bastante consumido, e aderiram à ideia”, frisa.
Quem aprecia a bebida por aqui não se deixa levar pelo clima tropical e opta pelos vinhos tintos – ao menos na capital paraense. De acordo com Rodrigo, os belenenses tendem a gostar mais das bebidas de barril de carvalho. Além disso, o fato dos clássicos vinhos serem tintos influencia na escolha do consumidor. Afinal, são inesquecíveis quando levados à boca.
Mesmo assim, o proprietário da Grand Cru se declara um defensor dos vinhos brancos. Especialmente, por causa da nossa culinária, que tem entre os ingredientes principais os peixes e as ervas. “A bebida é ideal para harmonizar com comida. Temos excelentes vinhos brancos, de todos os preços. Ele, inclusive, é mais fácil de fazer qualquer pessoa entrar no mundo dos vinhos, já que é mais leve que o tinto”, esclarece.
Além do gosto pelos vinhos tintos, o paraense também consome mais os vinhos da Argentina e do Chile. Para o empresário, o fator que influencia na hora dessa escolha é o valor da bebida, já que o Brasil possui acordos de imposto zero com estes países. Ele também recomenda os vinhos europeus, como os espanhóis, que possuem um preço bastante acessível.
Social
Independente das preferências, Rodrigo acredita que o vinho é uma bebida social, feita para ser consumida em uma roda de amigos ou até mesmo em um bar. E para que as pessoas se sintam ainda mais a vontade para escolher um vinho, é preciso que elas tirem da cabeça a imagem de a bebida é para ricos e intelectuais, explica.
Segundo Rodrigo, é tomando o vinho que se aprender a gostar da bebida. “Não é necessário saber tudo sobre vinho para começar a apreciá-lo. Existem pessoas que simplesmente gostam de bebê-lo sem se preocupar com muitos detalhes e tem aquelas que realmente se interessam e buscam mais informações sobre a bebida e para elas, acaba virando um hobby”, ressalta o empresário.
E é para mostrar que tomar vinho por diversão – e com a devida moderação, é claro – que neste sábado, dia 11 de agosto, vai ser promovido aqui em Belém um grande evento de degustação da ‘bebida sagrada’, apreciada por reis e divindades. É o Grand Tasting, que acontece na Artefacto, a partir das 7 horas da noite.
O evento é uma oportunidade para quem quer conhecer a gama de sabores e, quem sabe, já sair de lá com uma uva ou sabor preferido. “São várias combinações que fazem o vinho ser uma bebida única: temperatura, barril, a safra das uvas. Em cada garrafa, você tem um sabor único. O vinho é uma bebida viva”, revela Rodrigo Aguilera.
Preço
Na Grand Cru, os preços variam de R$ 28 a R$ 5 mil. E Rodrigo Aguilera seleciona alguns dos melhores rótulos para você, leitor do site da Revista Leal Moreira.
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Preços mais acessíveis: |
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Poggio San Polo “Rubio” - Montalcino Toscana (Italia) – 2009 |
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Tinto |
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100% Sangiovese - Vol. 14% |
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R$ 72,00 |
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O San Polo “Rubio” estagia 12 meses em barrique de carvalho. Os aromas são intensos e persistentes, cereja, amora, violeta, com sutis notas de especiarias. A estrutura é equilibrada, os taninos se revelam sem desequilibrar a intensidade e a elegância. Sendo muito versátil casa-se perfeitamente com o nosso bem brasileiro churrasco, com pratos de massa “all’italiana” com queijos e ensacados. |
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Bouchard Père & Fils Bourgogne “ La Vignée” Pinot Noir – Borgonha (França) – 2009 |
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Tinto |
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100% Pinot Noir - Vol. 12,5% |
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R$ 94,00 |
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Elaborado com a rainha das castas a Pinot Noir, nas colinas da Borgonha região onde essa uva se exprime de forma sublime. O “ La Vignée” Pinot Noir é elegante e gastronômico com aromas complexos em fina evolução e interação com a madeira, os taninos são aveludados, é delicioso e macio na boca. Acompanha queijos, pratos leves e mesmo pratos a base de peixe. Vale lembrar que a safra de 2009 dispensa comentários.
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Clos de Los Siete by Michel Rolland - Mendonza (Argentina) – 2008 |
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Tinto |
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56% Malbec, 21% Merlot, 10% Cabernet Sauvignon, 10% Syrah e 11% petit verdot - Vol. 14,6% |
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R$ 94,00 |
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O Clos de Los Siete é um blend digno de sua fama, tem a assinatura do enólogo mais famoso do mundo, o francês Michel Rolland, e como o nome sugere esse corte é elaborado com uvas selecionadas em sete parcelas de vinícolas de produtores franceses que investiram na Argentina o resultado um grande blend de todos. Nesse magnifico corte a Malbec, uva emblemática argentina é rainha, O Clos de Los Siete é um vinho com pedigree e sem defeitos, muito elegante tem uma grande capacidade de envelhecimento. Acompanha muito bem o Carré de Cordeiro.
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Domaine Weinbach Riesling Reserve – Alsacia (França) - 2010 |
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Branco |
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100% Riesling - Vol. 13,5% |
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R$ 143,00 |
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A Alsacia, pequena região francesa na fronteira com a Alemanha produz essencialmente vinhos branco, é a região francesa mais conhecida no mundo por seus vinhos brancos elegantes e celebres, lá são cultivadas as castas aromáticas mais conhecidas também como a Gewurtztraminer, Riesling, Moscato Branco. O Riesling alsaciano oferece uma miríade de aromas: frutas como o limão, o pêssego, a pera; Flores brancas, tília; Minerais como a terra, a pedra. Se fosse musica seria sem duvida Clássica de Mozart ou Bach; se fosse um quadro seria um Kandinsky. O Domaine Weinbach Riesling Reserve é essencialmente um grande vinho. E’ o par perfeito da Terrine de salmão defumado ao molho de dill. |
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Preços mais elevados: |
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Domaine des Lambrays - Clos de Lambrays Grand Cru – Borgonha (França) – 2007 |
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Tinto |
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100% Pinot Noir - Vol. 13,5%
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R$ 869,00 |
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A Borgonha e os seus Clos (o significado dessa palavra em francês na terminologia enológica designa um “pequeno vinhedo”), os vinhedos da Borgonha são constituídos de pequenas parcelas de videiras emaranhadas que parecem um quebra –cabeça: todas tem um solo, uma exposição e um microclima próprio. Essa variedade de solos da origem a um elevado numero de Denominações. O Domaine des Lambrays - Clos de Lambrays Grand Cru è um vinho oriundo de um “Climat” excepcional e de grande reputação. Na Borgonha as diferentes categorias de denominação serviram de base à classificação dos critérios de qualidade dos vinhos. O Clos de Lambray que fica na comune de Morey Saint Denis (Cote de Nuits) é uma grande expressão da casta Pinot Noir na Borgonha, esta catalogado entre os 100 melhores vinhos do mundo.
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Chateua Rieussec Sauternes AOC Premier Grand Cru Classé 1855 – Fargues (França)2006 |
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Branco licoroso |
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90% Semillon, 8% Sauvignon, 1% Muscadet t - Vol. 13,5% |
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R$ 694,00 |
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Ao sul de Bordeaux localiza-se Sauternes, região conhecida mundialmente por seus vinhos Botritizados. Verdadeiro néctar dos deuses, esse grande vinho doce tem uma expressão olfativa sem igual. Os vinhos Sauternes são únicos no seu gênero, são contaminados pela “Podridão Nobre” ou Botrytis Cinerea. O fungo Botrytis Cinerea ataca as uvas, fazendo pequenos furos nas mesmas, dessa forma a fruta perde liquido concentrando mais os açucares. Para se manifestar a Podridão Nobre precisa de um microclima especifico. O Chateua Rieussec Sauternes é cítrico, com notas de abacaxi em calda, flores brancas uma intensidade única. Na boca é fresco, macio e equilibrado. Um vinho excelente. |
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Le Carré Saint-Emilion Grand Cru – Bordeaux (França) – 2009 |
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Tinto |
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80% Merlot 20% Cabernet Franc - Vol. 14,5% |
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R$ 1.122,00 |
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Considerado um “Vin de garage” o Le Carré Saint-Emilion Grand Cru è vinho com produção limitada, o vin de garage foi um novo conceito introduzido por nos anos 90 na França em Bordeaux, os produtores desses vinhos acreditam que o segredo delas esta nas vinhedos, deixando em segundo plano a fase de vinificação, quase sem manipulações e truques, esses vinhos trazem uma forte personalidade do local onde nascem. Geralmente são vinhos concentrados e bem extraídos com o método “Elevage 200% Neuve” – Uso de barricas novas de carvalho tanto na fase de fermentação quanto na fase de estagio. Le Carré Saint-Emilion Grand Cru é bastante extraídos, obteve super pontuação de Robert Parker (97 pts.) |
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Tenuta dell’Ornellaia “Ornellaia” – Bolgheri Toscana (Italia) – 2008 |
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Tinto |
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54% Cabernet Sauvignon, 27% Merlot, 16% Cabernet Sauvignon e 3% Petit Verdot - Vol. 15% |
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R$ 1.078,00 |
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Em Bolgheri no coraçao da Toscana nascem os mais famosos vinhos italianos no mundo, os famosos Supertuscans. Nessa regiao a terra é antiga e protagonista, as colinas sao doces e o clima è mediterraneo. No meio dessa calmaria no final dos anos 60 houve uma verdadeira revoluçao com a criaçao do primeiro Supertuscan, vinhos elaborados seguindo a filosofia francesa e não mais com a tradicional e regional maneira italiana, foram introduzidas as castas internacionais (cabernet sauvignon, petit verdot, merlot) e desde entao a enologia italiana noa foi mais a mesma. O Ornellaia 2008 è a classica expressao do territorio de Bolgheri, rico em aromas de fruta, a cor è concentrada e intensa, è sem duvida um grande vinho de guarda. |
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Fonte: Grand Cru Belém
Comentários
Neal Adams
July 21, 2022 at 8:24 pmGeeza show off show off pick your nose and blow off the BBC lavatory a blinding shot cack spend a penny bugger all mate brolly.
ReplyJim Séchen
July 21, 2022 at 10:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
ReplyJustin Case
July 21, 2022 at 17:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
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